A bioquímica húngara Katalin Karikó, 71, chegou à sala de imprensa da 75ª Reunião do Prêmio Nobel de Lindau, na Alemanha, vestida de tênis, meias coloridas, calça jeans, camiseta e jaqueta de microfibra. O único adereço que sugere sua profissão é o colar de prata no formato da molécula pseudouridina -a ferramenta necessária para que o corpo não rejeite vacinas de RNA mensageiro. (07/12/2026 – 06h00)

